Comportamento07/05/2012viviane
Achei essa na internet. Boa!
O casamento de Jennifer se aproximava rapidamente. Nada diminuía sua alegria. Nem mesmo o divórcio complicado de seus pais. Sua mãe encontrara o vestido perfeito para usar e seria a mais bem vestida mãe de noiva jamais vista!
Uma semana depois, Jennifer soube horrorizada, que a nova e jovem mulher de seu pai tinha comprado o mesmo vestido de sua mãe. Jennifer lhe pediu para trocá-lo, mas ela se recusou:
“De modo algum, eu fico linda nesse vestido e vou usá-lo”, foi a resposta da moça.
Jennifer contou para a mãe que ouviu a notícia muito tranquila:
“Não se incomode, filha, eu compro outro vestido. Afinal, é o seu dia.”
Alguns dias depois as duas saíram para as compras e a mãe comprou outro lindo vestido. Quando pararam para almoçar a moça perguntou:
“Mãe, você não vai trocar aquele primeiro vestido? Você não tem outra ocasião para usá-lo.”
A mãe sorriu e respondeu:
“Claro que tenho, querida… Vou usá-lo no jantar do ensaio, na noite anterior à cerimônia.”
Comportamento04/05/2012viviane
Verdade seja dita que eu nunca gostei muito da Claudia Leitte – desde a época que ela nem admitia que imita a Ivete Sangalo.
A nova sugestão dela de presente para o Dia das Mães só vem confirmar a minha primeira impressão. Que mulher sugere que outra mulher ganhe de presente sacola de supermercados (ainda que ecobag) e moletom?
Sabemos muito bem que o moletom é o refúgio das que fogem da dieta – e apelam para o ‘elástico na cintura’ para engordar o que a calça permitir: o céu é o limite.
Sobre as sacolas, bem, presente para carregar peso no supermercado não é o sonho de nenhuma mulher – pelo menos nenhuma que eu conheça.
Caramba, Claudia, dê umas sugestões melhores. Porque você não indica algumas das roupas ou sapatos fashions que você usa? As mamães deveriam ficar muuito mais felizes…
Fala a verdade: se moletom fosse bonito, tu ia com ele pro palco!

Os prontos-socorros lotados, o mau atendimento público – e ultimamente até o privado – nos hospitais mostra que estamos anos-luz de uma saúde humanizada.
Por isso, vem como alento a notícia de que a Câmara aprovou uma lei que vai penalizar hospitais que exigirem cheque-caução ou assinatura de nota promissória em caso de urgência.
Só quem já esteve em uma situação de emergência com alguém querido sabe qual é o desespero de estar no balcão e ter que procurar o talão de cheques – e ter o atendimento recusado caso não tenha.
Essa exigência é tão absurda que admira ter demorado tanto para cair. Se os próprios hospitais justificam os altos preços cobrados nos procedimentos ressaltando a importância da saúde para as pessoas, incoerência é tirar essa importância quando uma pessoa chega para uma urgência e é obrigada a passar por todo tipo de burocracia.
Claro que essa não será a solução dos problemas da saúde. Mas é um passo para humanizar. Que o diga cada mãe que chega ao hospital desesperada com o filho doente. Nessa hora, a última coisa que lembramos é de pegar o talão de cheque.
Já era tempo do feminino fazer efetivamente parte da vida universitária. Como jornalista não passei por isso, mas deve ser horrível ter que ser chamada de técnico ou administrador…
Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que obriga a flexão de gênero em diplomas
Do Portal
Planalto
A presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.605
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12605.htm>,
publicada nesta quarta-feira (4/3), no Diário Oficial da União (DOU), que obriga as instituições de ensino públicas e privadas a empregar a flexão de gênero para nomear profissão ou grau nos diplomas expedidos.
A partir da lei, que já está em vigor, o sexo da pessoa diplomada passa a ser considerado na designação de profissão ou grau obtido e o masculino não poderá mais servir de generalização. A lei estabelece ainda que as pessoas já diplomadas
poderão requerer das instituições a reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção.
Técnica, administradora e bibliotecária são alguns exemplos das grafias de profissões que devem ser utilizadas quando se tratar de graduada do sexo feminino.
Comportamento04/04/2012viviane
… nem tanto à terra.
Essa história da suspensão das sacolinhas já encheu. Será que os supermercadistas acham que as pessoas realmente acreditam que eles estão preocupados com o meio ambiente?
Se é assim, porque vemos tanto lixo limpo misturado com lixo sujo nos supermercados? Por que eles não têm, há tempos, estação de reciclagem (salvo raras exceções)? Afinal, isso está previsto em lei. Co-responsabilidade sobre as embalagens, junto com o fabricante.
E por que mesmo eles não dão as sacolas biodegradáveis? Ah, isso ninguém quer explicar. Agora tem a “boa desculpa” do TAC – Termo de Ajustamento de Conduta: não podem mais distribuir nada. Conveniente…
Essa é uma boa ocasião para a Apas perceber que é bom dar um passo atrás de vez em quando. Esse preparo para o fim das sacolinhas mostrou que é possível usar menos – comprar reutilizáveis, usar carrinhos… Mas há ocasiões em que uma pequena sacola é fundamental – para separar aqueles produtos frios, para isolar produtos de limpeza… Ou teremos que andar com trocentas sacolas reutilizáveis na mão?
O equilíbrio vai bem em qualquer situação. A população pode – e deve – utilizar meios reaproveitáveis. Mas o ideal seria conjugar isso com sacolas biodegradáveis DOADAS PELOS SUPERMERCADOS> até porque já está na conta e nada vai baixar porque não tem mais sacolinha.
Querem mostrar preocupação ambiental? Coloquem postos de recicláveis, ofereçam sacolas biodegradáveis. Ajudem a população em vez de arrumar mais problemas.
#prontofalei
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